terça-feira, 15 de abril de 2008

Disciplina 6 - Políticas Públicas e Educação de Pessoas Jovens e Adultas

1-Problemas formulados pela turma
Problema referente ao 10º passo : Combinar esforços de todos os setores de política. Para ver todas e todos com educação de qualidade, esta não pode ser apenas educação escolar nem estar confinada apenas um tipo de autoridade pública como uma secretaria ou um ministério. As políticas educacionais precisam ser ao mesmo tempo políticas de abastecimento, de habitação, de transporte, de renda, de ambiente, finanças etc. Uma boa política de saúde, por exemplo, seja em seus aspectos curativos ou preventivos, é em grande medida uma política educacional. Portanto, todos os órgãos setoriais de Estado devem, em diálogo com a sociedade civil, planejar em conjunto suas ações e indicar os aspectos das políticas econômicas e sociais que contribuem deliberadamente com a educação (GHANEM, E. Todas e todos com educação de qualidade: recomendações práticas. São Paulo, 2006. 3 p.). Grupo: Dione Cynthia Ribeiro, Rosemary Fernandes Barbosa e Rosemeire da Mata Rodrigues da Silva
1.2-Providências propostas para obter informações de caracterização
1. Pesquisar na unidade escolar o relatório do resultado do projeto “Menina dos Olhos” e se houver, o resultado do projeto em toda a rede;
2. Acessar através da internet as secretarias envolvidas (educação e saúde), buscando dados dos atendimentos, processo de atendimento, gastos, processo de agendamento, execução, parcerias (hospital das clínicas e/ou fabricante de armações);
3. Saber por que as ações foram diferenciadas entre as unidades escolares na modalidade EJA;
2. Objetivos de uma nova proposta de educação de pessoas jovens e adultas.
3.Justificativa de uma nova proposta de educação de pessoas jovens e adultas.
4.Medidas de uma nova proposta de educação de pessoas jovens e adultas.
5. Estratégia de apresentação e divulgação de uma nova proposta de educação de pessoas jovens e adultas.
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Problema: a Educação de Jovens e Adultos dentro do Município de Guarulhos possui vários projetos na Educação de Jovens e Adultos como: Mova, Brasil Alfabetizado e Ciclos, sendo que os dois primeiros são mantidos pelo Governo Federal e o de Ciclos pela Prefeitura. Porque não criar uma política única de Educação de Jovens e Adultos, sendo bem organizada e unificada com a soma de recursos financeiros tanto do Governo Federal quanto do municipal? Para se conseguir uma unidade de Educação de Jovens e Adultos (alfabetização ), devemos entender o porquê de tantos programas e, a partir daí, reunir currículos para atender as necessidades dos alunos; entendermos que as verbas poderiam ser direcionadas a uma única modalidade de EJA, para que se possa investir mais visando a melhoria da qualidade do ensino ou a qualificação do professor.
Grupo: Elaine Cristina Palma, Iracema Campos Dobos, Elisabete Castor, Sandra Andréa Penido
Providências propostas
1. Articulação com a secretária das Finanças e a Secretária da Educação
2. Estudar as propostas dos projetos já implantados a fim de avaliar melhor os currículos
3. Pesquisa de campo com os educandos objetivando aceitabilidade determinados cursos
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Problemas referentes ao 5º passo: Valorizar e unir todas e todos agentes educacionais. Toda pessoa educa e se educa. Algumas fazem isso profissionalmente, pois contam com um saber especializado e condições para realizar essa tarefa sistematicamente. Outras não educam profissionalmente e às vezes nem se dão conta de que são também importantes agentes educacionais. Nas associações voluntárias, nos centros esportivos, nos grupos informais, nas universidades, nas bandas de música, nas bibliotecas, nas casas de espetáculos, nos grupos religiosos, nas empresas, nos parques e em diversos outros lugares, há agentes educacionais cujas ações precisam ser identificadas e coordenadas para responder às necessidades, quer dizer, para realizar educação de qualidade. (GHANEM, E. Todas e todos com educação de qualidade: recomendações práticas. São Paulo, 2006. 3 p.).
1)Por que os educadores dos ciclos I e II não podem trabalhar com o ciclo III (sendo também graduados), para que não seja necessária a redução de salas de EJA por falta de educadores conceituados?
Os novos programas "filantrópicos" que surgem, sem estruturação( mova, pro jovem, Alfabetização solidária ...) amparados pela Prefeitura de Guarulhos, acabam fechando salas de EJA, devido à redução de procura de vagas por causa do acesso facilitado para que tenham números e não uma alfabetização com qualidade e suprir o mercado de trabalho com certificados de conclusão e menos aprendizagem. E, desta forma, as salas dos ciclos I e II estão fechando e os educadores perdendo seus empregos por não poderem lecionar no ciclo III mesmo tendo mais tempo na rede, graduados e com experiência no processo de alfabetização.
Grupo: Andréa Alves da Silva Costa, Maria Alessandra Antonio Dias, Mônica Pelegrini Pereira
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Problemas referentes ao 6º passo: Manter aliança prioritária com profissionais de educação. Quem tem a aspiração de ver todas e todos com educação de qualidade, ao valorizar e unir a maior variedade de agentes educacionais, deverá aliar-se fortemente a profissionais de educação. Primeiro, porque o ofício dessas pessoas lhes coloca uma responsabilidade cotidiana para com a coletividade. Segundo, porque, no exercício de seu trabalho, profissionais de educação encontram enormes adversidades, incompreensões e nenhum incentivo para criar práticas educacionais adequadas às suas próprias necessidades e às das populações com quem trabalham. Precisam da luta pela educação de qualidade para poder inovar e realizar-se no trabalho, o que exige ao mesmo tempo ampla liberdade e decidido apoio. A melhor formação de professoras e professores é a que se dá ao trabalharem em boas condições, que promovam seu desenvolvimento profissional. (GHANEM, E. Todas e todos com educação de qualidade: recomendações práticas. São Paulo, 2006. 3 p.).
1)Como é possível dizer que precisa se "ter uma aliança prioritária com os profissionais de educação" se, na verdade, não acontece com os educadores da rede?
Para que isso ocorra, seria preciso incentivar os profissionais da rede e fazer uma proposta de incentivo aos educandos para que as salas não sejam fechadas e sim ampliadas e que o índice de exoneração de cargos não aumente, fazendo uma campanha incentivadora e mantê-los até o fim do ano, com conteúdos relacionados às necessidades do educando e incentivando o educador para não ser obrigado a se afastar da rede.
Grupo: Andréa Alves da Silva Costa, Maria Alessandra Antonio Dias, Mônica Pelegrini Pereira
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Problemas referentes ao 7º passo: Educar-se agindo. Significa ação pensada como forma de educar-se. Superar o entendimento habitual de educação como preparação, como conhecimento prévio para aplicação futura. Não haverá futuro para quem não atua no presente. Trata-se de aprender planejando a ação (individual e coletiva), agindo e avaliando seus processos e resultados, por exemplo, para sobreviver e cuidar da própria saúde e das demais pessoas, para ter bom alimento, habitação e vestuário, para identificar os próprios talentos e capacidades, para comunicar-se por diversos meios e linguagens, para desfrutar de uma família saudável e harmoniosa, para trabalhar e participar produtivamente da economia, para participar ativa e informadamente na vida comunitária e do país, para desenvolver pensamento crítico e autônomo, para aproveitar da cultura, nela incluído o jogo, a arte e o esporte, para proteger o meio ambiente. (GHANEM, E. Todas e todos com educação de qualidade: recomendações práticas. São Paulo, 2006. 3 p.).
1) É possível haver uma ação educativa dentro de uma rede em que não há uma união entre áreas educacionais e manter os educadores unidos com prioridades de melhorias no processo educacional?
Não há proposta de valorização e melhorias para que abram salas com menos alunos, valorizando o educador, dando subsídios para uma educação rápida e de qualidade (segundo Paulo Freire) e não perder excelentes educadores que podem ampliar e melhorar o processo educacional com propostas inovadoras.
Grupo: Andréa Alves da Silva Costa, Maria Alessandra Antonio Dias, Mônica Pelegrini Pereira
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1) Equipamento escolar de qualidade, ou seja, escolas novas, mas, em localidades de difícil acesso e em bairros sem infra-estrutura.
2) Subdivisão dos grupos/ciclos, de forma a acolher verdadeiramente alunos(as) jovens e adultos(as) e de 3ª idade em turmas separadas.
3) Alunos surdos sem escola com o Ciclo III. Quando terminam o Ciclo II, com atendimento especializado, são obrigados(as) a procurar especializado em escolas fora do município de Guarulhos, ou a fazer parte da educação inclusiva, que não garante um ensino de qualidade, com perdas muito maiores que os ganhos.
Propostas:
1) Em primeiro lugar, verificar com os moradores do bairro se existe algum tipo de movimento social como por exemplo, associações de amigos do bairro. Caso não exista, é necessário criar uma comissão de moradores(as) interessados(as) em defender as causas de melhoria do bairro e melhor uso do equipamento escolar. A partir daí, iniciar discussões sobre as necessidades existentes no bairro, elencar as prioridades e estipular sugestões de resolução dos problemas para encaminhar a autoridades competentes.
2) Como requisito básico, é preciso descobrir qual é a demanda por vagas nos ciclos I, II e III, fazer uma planilha por idades e observar a disponibilidade do equipamento escolar no que tange ao espaço físico.3) De acordo com as informações obtidas, pensar em como montar as salas para que as faixas etárias afins fiquem reunidas, observando-se a quantidade máxima e mínima de alunos por sala, exigidas por lei.
3) De início, poderíamos pensar numa sugestão imediata de ampliação do atendimento a alunos(as) surdos(as) na própria escola onde este atendimento já acontece (ciclo I e II). A criação de uma escola pólo seria uma solução bastante plausível, pois passaria a atender desde a educação infantil até o último ano do ensino fundamental e ainda o atendimento em horários diferenciados a alunos(as) surdos(as) que estão incluídos(as) em salas regulares de outras escolas.Uma escola pólo voltada para o uso constante da Língua Brasileira de Sinais só iria proporcionar benefícios ampliando o atendimento e incluindo-os(as) efetivamente na sociedade.
Providências para obter informação pertinente:
Buscaríamos informações e agiríamos de uma mesma forma para todos os problemas elencados, dentro do município de Guarulhos.
1. verificar quais outras escolas passam pelos mesmos problemas, descobrir se algo já está sendo feito e de que forma e a partir de quem (pessoa ou grupo) as atitudes foram tomadas.
2. Se há um grupo ou movimento que cuida das discussões, procurar entrar nas discussões e, juntos, elencar propostas para serem levadas às diversas secretarias existentes no município: Urbanização, Segurança pública, Saúde, Transporte Urbano, Saneamento Básico, Educação, Assistência social e cidadania, Comunicação, Cultura, Finanças, Habitação, Meio Ambiente, Trabalho.
3. As formas de contato seriam as mais variadas: emails, visitas aos bairros problemáticos, reuniões com expedientes do gabinete e visitas aos locais indicados juntamente com a presença de assessores do prefeito. Grupo: Aretê, Daniel, Meiry Akemy e Paula
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Problemas formulados para a elaboração de uma Política de Educação de Pessoas Jovens e Adultas em Guarulhos
A partir da discussão coletiva em aula (19/4/8) da disciplina Políticas Públicas e Educação de Pessoas Jovens e Adultas, foram apontados os aspectos problemáticos abaixo.
A burocracia interna à escola é um grande empecilho à fluidez do trabalho docente.
A concepção de Educação de Pessoas Jovens e Adultas dentro da prefeitura de Guarulhos, na qual prevalece, como em outras instâncias, a oferta de educação de pessoas jovens e adultas enquanto "artigo de segunda qualidade", algo não prioritário e lembrado principalmente em épocas de campanhas eleitorais.
O isolamento da Educação de Pessoas Jovens e Adultas em relação ao coletivo da escola, entendido como fator de não efetivação de uma educação de qualidade para o setor. Nas escolas, a realidade em geral é de não integração entre a Educação de Pessoas Jovens e Adultas e as diferentes modalidades de ensino, os(as) outros(as) docentes, gestores(as) e demais ações da escola com a comunidade.
Inadequação aos tempos e espaços de estudantes jovens e adultos(as), que têm implicações em seu acesso e permanência nas unidades escolares. Os horários padronizados não são compatíveis com as realidade de trabalho e com as demandas familiares, de modo que a organização tradicional e não flexível da escola representa fatores responsáveis por evasão.
Falta de formação adequada frente à complexidade do universo da Educação de Pessoas Jovens e Adultas, já que os cursos de graduação em pedagogia e outras licenciaturas estão voltados para o ensino de crianças. Neste sentido, ações para o desenvolvimento profissional foram enfatizadas como primordiais para a realização de um trabalho de qualidade com pessoas jovens e adultas, na medida em que possibilitam o atendimento de suas especificidades. O curso especialização ministrado pela Feusp é uma ótima oportunidade de formação continuada, entretanto, poucos(as) docentes tiveram acesso.
Todos estes elementos estão atrelados a um grande problema de Guarulhos, muito característico desta modalidade educacional: a evasão. Esta é conseqüência, entre outros, da falta de preparo profissional, da não adequação da escola aos tempos e espaços das pessoas jovens e adultas e da não integração desta educação ao projeto escolar.
Na rede escolar municipal guarulhense, existe ainda o desafio de conciliar a escolarização como formação integral (a proposta da prefeitura) com a demanda das pessoas jovens e adultas pela certificação (necessidade do diploma para fins pragmáticos). Em alguns casos, pode ocorrer o desinteresse e evasão quando a expectativa do diploma não é atendida rapidamente. Por outro lado, como proceder quando a necessidade de certificação é pautada pela realidade mais imediata de estudantes? É seu direito obter o diploma, assim como é seu o direito de acesso a uma série de conhecimentos e saberes possibilitados pela educação integral.
Finalmente, foi colocada a necessidade de articulação entre as políticas escolares e as políticas em outros setores (geração de renda, transporte, saúde, alimentação, moradia, cultura, etc).
Indicações e propostas para encaminhamento de soluções frente aos problemas levantados:
- Institucionalizar a educação de pessoas jovens e adultas como "escola", diminuindo a aparência de um programa emergencial e paliativo. (Problema da não prioridade da oferta de educação de pessoas jovens e adultas).
- Integração da educação de pessoas jovens e adultas no projeto de escola, que deve ser construído com a participação coletiva das outras modalidades de ensino, docentes de outros períodos, equipe gestora, estudantes e comunidade. (Problema do isolamento da educação de pessoas jovens e adultas na escola).
- Oferecer a educação de pessoas jovens e adultas em modalidades distintas (presencial e semipresencial) para adequar a escola às necessidades de estudantes (trabalho sazonal e informal). (Problema da adequação aos tempos e espaço de estudantes).
- Criação de um centro especializado em educação de pessoas jovens e adultas na cidade, com flexibilidade na oferta de horários e funcionamento por módulos. Haveria orientações coletivas, materiais para estudos em casa, plantões das áreas e avaliações alternativas. (Problema da adequação aos tempos e espaço de estudantes).
- Investimento em desenvolvimento profissional, garantindo-se a formação permanente na escola e em horário de trabalho. (Problema da falta de formação adequada para a educação de pessoas jovens e adultas).
- Assegurar de fato a liberdade de práticas docentes, substituindo a figura do diretor de escola por um conselho formado por estudantes e docentes.
Documento formulado pelo Coletivo de Docentes: Ana Cristina de Crescêncio, Ana Emilia Ferreira de Paula, Daniel Castro Andrade, Edson Luiz Plateiro, José Vladimir Ferreira, Mônica Pelegrini Pereira, Priscilla Silva de Oliveira, Raul Boaretto, Rosimare Viana Alves Duda, Vanusa Ribeiro dos Santos.
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Problématica:“Atendimento a todos e na totalidade.”
Aos alunos da EJA pertinente a escolas do grupo o atendimento oftalmológico oferecido pelo projeto menina dos olhos não ocorreu na sua totalidade. Onde deveriam todos aqueles que necessitassem realizar o exame optométrico, posteriormente o exame clínico e finalizando o recebimento dos óculos adequado a sua necessidade.Infelizmente somente em algumas escolas isso ocorreu em toda a sua integralidade. Na EJA também atendemos alunos portadores de necessidades. Mas somente recebe auxilio da sala de apoio os alunos do ensino fundamental (crianças).
Problemática quanto ao décimo Passo
Combinar esforços, de todos os setores de política, para que todas e todos inseridos na educação tenham acesso a atendimento oftalmológico e acesso a sala de apoio aos portadores de necessidades onde é desigual, ou seja, não engloba a todos.
As providências para o acompanhamento a problemática acima descrita seria:
-Pesquisar na unidade escolar o relatório do resultado do projeto “Menina dos Olhos” e se houver, o resultado do projeto em toda a rede;
- Acessar através da internet as secretarias envolvidas: educação e saúde, buscando dados dos atendimentos, processo de atendimento, os gastos, dados sobre o processo de agendamento, execução, as parcerias – hospital das clínicas e ou fabricante da armação;
-Saber porque as ações foram diferenciadas entre as unidades escolares na modalidade E.J.A.;
Dados reais:
Na unidade Vila Carmela até o próximo mês (maio) os alunos deverão passar pelo exame optométrico.As informações colhidas serão enviadas ao EJA que posteriormente convocarão os alunos para realização do exame clínico com o profissional da área da saúde e novamente convocados para a retirada destes óculos se realmente for constatado a necessidade do mesmo.conforme informações obtidas junto ao EJA com a srª renata, confirmam-se as orientações passada pelo coordenador pedagógico da unidade escolar acima citada.
Os próximos encaminhamentos:
- exame optométrico na escola até 09/05/2008;- triagem das fichas onde consta as queixas dos discentes;
-encaminhamento das fichas para o gabinete aos cuidados da coordenadora do projeto “menina dos olhos”;
-análise das fichas;
-lista de convocação para o multirão (re-exames com profissionais), datas agendadas para: 07 e 08/06/2008;
- escolha da armação e confecção dos óculos.
Objetivos:
-todas e todos com educação de qualidade;
- não permitir que haja desigualdade no ensino ofertado ao aluno da e.j.a., desigualdade no atendimento, acesso aos projetos de ações sociais;
Justificativa:
Art. 205 da Constituição de 1988, da Seção Educação, onde dispõe que a educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
Art. 206 da Constituição de 1988, o ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:I – igualdade de condições para o acesso a permanência na escola;II- garantia de padrão de qualidade.
Grupo: DIONE CYNTHIA RIBEIRO;ROSEMARY FERNANDES BARBOSA;ROSEMEIRE DA MATA RODRIGUES DA SILVA.
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Alguma idéia proveitosa encontrada em:
GHANEM, E. Ensino, educação e aprendizagem e necessidades. In: SÂO PAULO (Cidade). SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. Uma nova EJA para São Paulo. São Paulo: SME, 2004. p. 19-23 (Caderno 2)
Uma idéia proveitosa que poderá integrar em um debate de Fórum, aproveitando a idéia desenvolvida por nosso grupo, é a de reestruturação curricular da Educação de Pessoas Jovens e Adultas, no ciclo I ?
Alfabetização, relacionada à questão de várias vertentes da Educação de Jovens e Adultos para uma única proposta dentro da realidade dos alunos da EJA de Guarulhos e que estaria voltada para as suas necessidades e ansiedades.
O Fórum deveria reunir membros da Secretaria da Educação de Guarulhos, professores, representantes ou coordenadores dos Projetos Mova, Brasil Alfabetizado e outros, principalmente os alunos. Depois de explanação sobre cada projeto, abriria uma discussão para se optar pela melhor proposta que viesse ao encontro da realidade da EJA Guarulhos ou até mesmo um novo projeto, mas, que contasse com a sugestão de todos os envolvidos, houvesse uma construção coletiva deste projeto. Os projetos que chegam até os professores e alunos são criados por pessoas que não conhecem a realidade da cidade e nem de seus alunos. Vários projetos dentro de uma única cidade acabam trazendo divergência tanto em relação à opção do aluno quanto a respeito da formação do professor. Muitas vezes estes projetos não atendem as necessidades do aluno, mas, as do Estado. As estatísticas são mencionadas para afirmar que o Brasil não é um pais de analfabetos, mas, será que estes projetos acabaram com o analfabetismo? Ou estão gerando analfabetos mascarados ou analfabetos funcionais? É com estas hipóteses que se deveria reformular um Fórum para abrir debates, ouvir os principais interessados, que são os aluno, em vez de só trazer professores e especialistas num pacote de idéias prontas.
Por: Elaine Cristina Palma
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Questões levantadas pelo grupo:
Ana Emília Ferreira de Paula, Floriane de Mattos Viana, Priscilla Silva de Oliveira e Raul Boaretto.
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PROPOSTA POLITICA DE EJA NA CIDADE DE GUARULHOS
* Explicitar proposta, quanto aos recursos utilizados na EJA, sua origem, gastos e prestação de contas para discussão no orçamento participativo;
* Tratar de desafios e impasses das políticas públicas para superar a posição marginal ocupada pela EJA, viabilizando programas de Educação que incluam escolarização básica, e que atendam as necessidades do educando;
MEDIDAS
* Analisar a política atual de financiamento no setor educacional e conhecer as estratégias de financiamento público e colaboração entre as instancias de governo;
* Articulação coma secretaria de financiamento e a secretaria de educação;
* Estudar as propostas dos projetos já implantados a fim de avaliar melhor os currículos;
* Pesquisa de campo com os educandos objetivando aceitabilidade de determinados cursos;
* Institucionalizar a EJA como "escola" diminuindo a aparência de um programa emergencial e paliativo;
ESTRATÉGIAS DE DIVULGACAO
* Divulgar por email para os professores atuantes na prefeitura de Guarulhos o maior número possível;
* Apresentar em Fóruns ou conferencias de educação;
* Levar estas propostas também para discussão com os alunos;
* Divulgar em jornais de bairros e outros de circulação municipal;
* Criação de um blog para divulgação destas propostas;
* Apresentar para secretarias envolvidas, finanças, planejamento, educação, desenvolvimento, etc.,
* Contato para divulgação em rádios;

Grupo: DIONE CYNTHIA RIBEIRO; PRISCILLA SILVA DE OLIVEIRA; ANA EMÍLIA FERREIRA DE PAULA; FLORIANE MATTOS VIANA; ROSEMARY FERNANDES BARBOSA; EDSON LUIZ PLATEIRO; APARECIDA FÁTIMA ARANTES DE OLIVEIRA; ROSEMARE V. A. DUDA; ROSEMEIRE DA MATA RODRIGUES DA SILVA; PAULO BELOTTI LACERDA
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Proposta de Políticas Publicas
Educação de Qualidade para Pessoas Jovens e Adultas de grupo de Baixa Renda
O referido investimento visa à melhoria de condições de vida dos alunos da Educação de Jovens e Adultas, que residem em lugares de invasão de terras, da periferia de Guarulhos na região da Ponte Alta, onde não existe saneamento básico, urbanização, postos de saúde.
Este investimento deverá ser voltado para campanhas preventivas de saúde (DST, AIDS, Controle da Natalidade), e que ajude na organização de grupos para desenvolver ações que transformem esta invasão em condições de dignidade humana.
Metas: Desenvolver junto aos alunos da EJA o espírito participativo de forma consciente e organizada de Mutirões, Cooperativas e Campanhas de Saúde Preventiva e Saneamento Básico.
Desenvolvimento: Reunião para esclarecimentos e orientações sobre o que é o sistema de Mutirão, Cooperativa, como agilizá-lo em prol das necessidades da região. Montar grupos e procurar incentivo do poder publica (verbas) para iniciar o Projeto. Através de cooperativa levantar recursos financeiros para aquisição de equipamentos e custeio do projeto.
Investir em educação e orientação bem como campanhas preventivas de doenças e alimentação alternativa, visando melhorar a qualidade de saúde da comunidade.
Divulgação: Através da escola inserida na comunidade, com trabalho educativo da equipe escolar, cartazes informativos, reuniões, jornal local se houver.
Grupo: Elaine Cristina Palma,Elisabete Castor,Iracema Campos Dobos,Sandra Andréa Penido,
Mariza Cunha Machado,Silvana Ribeiro,Maria Regina da Silva e Maria Regina Veiga
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Proposta de Políticas Públicas
ELEMENTOS PARA UMA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO DE PESSOAS JOVENS E ADULTAS NA CIDADE DE GUARULHOS
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